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BRASIL

22/09/2026

Mãe de universitária morta em condomínio de Fortaleza pede justiça

Mãe de universitária morta em condomínio de Fortaleza pede justiça
Foto: Phát Trương / Pexels

No dia 13 de setembro de 2026, a universitária de 22 anos Isabelle Caracristi foi encontrada morta no pátio do condomínio onde vivia em Fortaleza, Ceará, segundo a Agência Brasil. A mãe, Isorlanda Caracristi, divulgou um vídeo nas redes sociais dizendo que não tem respostas sobre a morte da filha. A polícia informou que está buscando o namorado, João Munhoz Neto, para depor, e que a investigação está sob a responsabilidade da 2ª Delegacia de Polícia Civil da Capital, de acordo com a Polícia Civil. Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) ainda não divulgou laudo pericial que indique a causa da morte, conforme a própria SSPDS. A defesa da família, representada pelas advogadas Adriana Alves e Patrícia Viana, afirmou que acompanha presencialmente as oitivas realizadas na segunda‑feira, 21 de setembro, segundo a Agência Brasil. Mas o que poucos sabem é que...

Isabelle morava no mesmo prédio com o namorado, a mãe e o irmão dele. O último contato da filha com a mãe foi por duas mensagens de WhatsApp enviadas na noite de domingo: uma pedindo que a mãe verificasse a comida na airfryer e outra dizendo "Mãe, eu te amo", segundo a Agência Brasil. Quando Isorlanda tentou ligar para João na manhã de segunda‑feira, descobriu que havia sido bloqueada no WhatsApp e em dois perfis do Instagram, relatou a mãe. Ela só soube da morte ao chegar ao condomínio acompanhada do filho e do irmão de Isabelle, onde a síndica informou que a jovem havia falecido na noite anterior, sem que a família do namorado comunicasse nada, de acordo com a Agência Brasil. A repercussão do caso aumentou depois que a mãe passou a cobrar justiça nas redes, e a defesa reforçou seu acompanhamento das investigações, mas ainda resta entender...

Os próximos passos incluem a continuação das oitivas na 2ª Delegacia e a liberação do laudo forense, que deve chegar nas próximas semanas, segundo a SSPDS. Enquanto o processo avança, a falta de informações claras sobre a causa da morte gera insegurança entre moradores de condomínios e destaca a necessidade de maior transparência nas investigações criminais, algo que afeta diretamente a sensação de segurança da população. Para quem acompanha o caso, acompanhar as atualizações dos órgãos oficiais e cobrar respostas pode evitar que situações semelhantes passem despercebidas. Se voce gostou, deixa o like e se inscreve aqui no Entenda Agora.

Fonte: Agência Brasil — conteúdo sob licença CC BY 3.0 BR.

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